terça-feira, 25 de abril de 2017

Vigilante do texto

Acordei com gosto de derrota ,
Esta intuição que não se comporta ,
Este sentimento selvagem e sem precedentes ,
Esta hostilidade , que insiste em mostrar os dentes .
Meu super - poder : fumar ,
Minha índole : com olhar consumar ,
Meu nome : super - herói ,
Meu sobrenome : anti - herói .
Meu dia vou narrar ,
Sem medo de errar :

" Em meio a escuridão de uma manhã tímida ,
O céu com seus raios a formar uma manhã límpida ,
Os carros começam seu trajeto ,
Histórias não faltam , eu que o diga ,
O mundo está repleto ,
De história antiga .
Mas o novo sempre vem ,
Buscando hospedeiros ,
Um alguém ,
Com fraquejares herdeiros .
Assim fui transformado ,
Transtornado e conformado .
Esperando o mal agir ,
Para salvar e reagir .
Escrever algo que salve uma vida ,
A lei e a ordem me convidam ,
Para beber do progresso bebida , 
E defender dos que revidam .
Um contexto , uma frase , um verso ,
Agindo com as leis deste universo ,
Chegarei quando preciso ,
Provarei ao indeciso ,
Que o bem sempre vence ,
E ao mais nobre convence ,
Que há meios de combater a maldade ,
Com um pouco de ação , trabalho e sanidade .
Em um desafiante contexto ,
Eu sou , o vigilante do texto " .


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