Noites que duraram demais ,
Aprendendo a viver , como jamais .
Madrugadas que viraram anos ,
Entre cigarros , minas e manos ,
Nunca haverá momentos tão insanos ,
Só me resta lamentar , produzindo estranhos planos .
O seu cheiro está nas flores ,
Nos perfumes das princesas das florestas .
Nicotina para afastar dores ,
Comprimidos para acertar as arestas .
Tudo tem um limite ,
Este é o meu , palpite .
Quando o céu muda ,
Eu mudo também ,
Quando anoitece , nada ajuda ,
Ainda mais , quando perdeu - se de alguém .
No horizonte , as nuvens desenham seu rosto ,
E outras boas lembranças , para todos os gostos .
A poluição sonora ,
Onde o perigo mora ,
Me leva embora ,
Para o limite de quem namora ,
Ignorando o agora ,
Teorias cuspindo fora .
Vida , minha parceira ,
Pelo marco na eternidade inteira ,
Busco solução ,
Para este coração .
O futuro é fácil saber ,
Quando da água limpa , estas a beber ,
Mas no fundo sei meu dever ,
Para todo sempre escrever .
Tentar este amor teimoso reviver ,
Procurando meios de com ela novamente conviver .
Voltar a realidade , este é o horário ,
Tramas do destino temporário .
Nenhum comentário:
Postar um comentário