Textos de uma alma sequiosa pela verdade ,
Ainda sinto faniquito ,
Mesmo que eu tenha passado da puberdade,
Confesso , sou esquisito ,
Faço o que posso para agradar ,
Pra ajudar tenho radar ,
Encontro e faço o que posso ,
Mas nada como dizer " tudo nosso " ,
Sei que meus sentimentos me condenam ,
Sou o triste , nesta peça que as estrelas encenam ,
Vou seguindo este estranho caminho ,
Onde na noite tudo que se consome parece vinho ,
Um gosto amargo da antiga derrota ,
Sou o perdedor nesta anedota ,
Tentando atingir algo inalcançável ,
Procuro a melhor solução viável ,
Mas só encontro solidão ,
Nesta fúnebre indecisão ,
Nesta imensa vastidão ,
Com a vida quero recisão ,
Acabar com este contrato chamado viver ,
Vou adiante , querendo sobreviver ,
Até encontrar ela , com dor ,
Loucuras da noite de um amador .
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