terça-feira, 28 de abril de 2015

Crônicas de uma vida nada sofisticada

Para saber a verdade,
Às vezes faço o contrário ,
Uma saudade ,
De ter sobra de horário ,
Hoje a rotina é corrida ,
Qualquer atividade é sofrida ,
No baú de memórias ,
Várias histórias ,
Romance , aventura e ação ,
Para tanto movimento haja coração  ,
Divido o pouco que sei ,
No que escrevo ou escreverei ,
Pedaços de um coração partido ,
Quando sob efeito de veneno detido ,
Nada espero ou desejo ,
Apenas meus sentimentos revejo ,
Encontros falhas , erros e defeitos ,
Passados e ortodoxos conceitos ,
Mas irei melhorar desta conduta antiquada ,
Não que isso me fará subir a camada ,
Só acho que devo me preparar para a amada ,
Meditar e preservar a paz nesta noite calada ,
Às vezes as linhas de meus textos conto ,
E minha criatividade desaponto ,
Transmito a mensagem positiva ,
Leio , reflito e penso no que me motiva ,
Mantenho a mente ativa ,
Veja , ouça , diga e viva ,
Cresci , uma alma esticada
Sofri , uma alma marcada ,
Concluo esta vida como mistificada ,
Crônicas de uma vida nada sofisticada .

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