sábado, 11 de abril de 2015

Malicias de um jovem trovador

Te vi como um tufão ,
Estremeceu meu coração ,
Fez parecer igual noite e dia ,
Acelerou minha bateção cardia ,
Comparado a sua retina ,
As luzes da cidade são pequenas ,
Da vespertina a matina ,
Minhas surrealidades são amenas ,
De pouco em pouco construo um sonho ,
Uma lua que me ilumina de formato risonho ,
Sei que deve ter vários carinhas afim ,
Mas pela menos dá uma chance pra mim ,
Diz que existe uma chance ,
Que esteja ao meu alcance ,
Que seja mais que uma noite ,
Me deixa te cantar até o fim da pernoite ,
Nesta vida alugada ,
Com fim certo ,
Só existe a plugada ,
De um verso incerto ,
Paz é o que peço para escrever ,
Mas se caso for você , abro uma exceção ,
Pode vir e se atrever ,
Te dou a maior atenção ,
Venha como for ,
Com dor ou amor ,
Estarei onde você mais espera ,
No seu peito esquerdo que te considera ,
A felicidade é ir em busca dela ,
A insatisfação por enquanto zela ,
Assim nasce nossa paixão ,
Do berço ao caixão ,
Sabendo que existe uma esperança ,
No coração de uma criança ,
No meu ,
E no seu ,
E no de todo ser vivo ,
Pra eu viver faltava um motivo ,
Eu já encontrei  ,
E em sua vida entrei ,
Loucuras de um amador ,
Malicias de um jovem trovador .


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