sexta-feira, 3 de abril de 2015

Reconstruindo mediante aos acontecimentos passados

A paz e a serenidade meu anjo empresta ,
Neste feriado de calma festa ,
Tentando entender o que aconteceu ,
E chegando em conclusão ,
O culpado de tudo fui eu ,
Agora vejo nesta minuciosa revisão ,
Dúvidas e questões primordiais ,
Um interno e as vertentes mundiais ,
Tem mais a ver com o que penso ,
Um satisfazer extenso ,
O que restou foi a arte do repente ,
Que contamina e polui a mente ,
Fazendo - me instrumento ,
Ferramenta em posicionamento ,
De algo ainda impressionante ,
Anjos do céu em punhado e monte ,
Tenho a impressão que tive auréola e asa ,
Antes de andar , fumar e morar em casa ,
Histórias de um passado viciante ,
Um laço com pessoas , hábitos e lugares ,
Um flash na consciência constante ,
Me perco em pensamentos nestes mares ,
É mais fácil culpar o anterior ,
Do que seguir adiante ,
Mas peço perdão ao astro superior ,
E permaneço do bem amante ,
Rimas e versos de uma pobre alma perdedora ,
De tanto se doar perdi a habilidade protetora ,
Estou cego de paixão e insatisfação ,
Passando por esta estranha provação ,
Além dos meus antecedentes e ante passados ,
Reconstruindo mediante aos acontecimentos passados .

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