sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Postremo

O último de uma sequência , 
A cuidadora consciência .
Me desmancho em solidariedade , 
Costumo trabalhar com seriedade . 
No fundo sei meu valor real , 
E jamais me envolvo no calor do momento , 
Ás vezes o mundo é surreal , 
Mas me perco em orações ao vento . 
Ajudo o primeiro , 
Por inspirar isto a mim . 
Um ato costumeiro , 
Até chegar o meu fim .
Neste universo , 
Encanto com verso , 
Qualquer ser humano , 
Sem distinção , 
Normal ou insano ,  
Serei o último da raça em extinção . 
Diferente sim , 
Melhor que o outro jamais . 
Sou assim , 
Último eu , primeiro os animais . 
Tudo pode acontecer , 
Melhor ficar atento , 
O fio das horas a tecer ,
O estudar , que torna o tempo lento .
Acredito no futuro para meu povo , 
Cuidarei do velho ao mais novo , 
De todos e de você , 
Sou o texto , tudo me lê . 
Sozinho e pensativo , 
Ao futuro tremo , 
Sou muito inventivo , 
Sou o excluído postremo . 
 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário