Em todo lugar que fui ,
Lembrei de você .
Este caldo depressivo dilui ,
Quando a escrevê .
Tentei te encontrar em outras moradas ,
E só encontrei mais lembrança ,
Tentei outras namoradas ,
Mas insiste , dentro de mim esta criança .
Dizendo que talvez não haja solução ,
E mesmo com toda esta produção ,
Nada chega ao seu pé ,
Aqui embaixo , faz falta a fé .
O frio lá fora ,
Reflete agora ,
No estado da alma ,
Onde não há mais calma .
Pensei em dizer a verdade ,
E fugir de vez .
Marcas de uma puberdade ,
Que nunca passará talvez .
Consegui tudo ,
Agora , só pra mim .
Sozinho me iludo ,
Talvez é o fim :
" O vento sopra ao ouvido ,
Aonde existem sentimentos que mais duvido .
Muitas e estranhas sensações ,
Moram nos mais simples corações .
Muito tempo passou ,
Muita tecnologia ultrapassou ,
O ontem não vale mais ,
Acho que esperei demais .
Aonde habito , não há você ,
Escravo deste sentimento ,
Que faz a dependência e a mercê ,
De um estranho momento ,
Sei que fomos até onde podíamos ,
Ficamos onde não mais cabíamos .
Tentei ir mais longe do que podia ,
Sinto falta dia - a - dia .
Me recolho neste corpo insano ,
Te vendo em qualquer situação do cotidiano " .
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