Em cada esquina um " olá " ,
Em qualquer beco ,
O pessoal está ,
Permaneço seco .
Na televisão ,
Rádio ,
A ilusão ,
Do áudio .
Meu nome ,
Meu apelido ,
Me consome ,
Este momento incompreendido .
Vejo cartazes , imagens , sinais ,
Sequazes miragens tais ,
Fazem repensar esta construção ,
Querendo na divulgação fazer redução .
Todos querendo saber ,
Onde me escondo ,
A verdade há de caber ,
Não estou supondo .
Minhas rimas e versos ,
Em mídias imersos ,
Minhas verdades no papo do bar ,
No sertanejo , no rock , no sambar .
Eu comecei tudo ,
E sozinho ,
Me iludo ,
Procurando caminho ,
No conselho do passarinho ,
" Volte ao ninho " .
Esperando consolidação ,
Nesta situação ,
Que controlem esta emoção ,
Mania de perseguição .
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