segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Ao toque da caneta

A letra pincelada ,
A escrita congelada ,
No papel branco . 
No papel virgem ,
Sentado no banco ,
Delírio , poesia e vertigem .
O alfabeto ,
O texto aberto .
Formando sensações ,
Criando caminhos e direções .
Novas rimas intercaladas ,
Versos em noites caladas .
A tinta a formar sentido ,
O elemento ao peito contido .
Qualquer cor ou marca ,
Abro a imaginação arca ,
E formo uma nova perspectiva ,
Baseado na ação introspectiva .
Produzo o novo texto ,
Com base em simples contexto ,
Desenho consoantes e vogais ,
Respeito avisos e sinais ,
E nasce mais uma obra ,
Em uma sigilosa manobra .  
A escrita tradicional e careta ,
Ao toque da caneta .  


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