Hoje o dia nasceu pesado ,
O sol ardia , parecia estar enfezado .
Levei muita dor aonde fui ,
Mas agora está melhor ,
O relógio mais calmo flui ,
E o enredo sei de cor :
" O mormaço de novembro ,
O último deste , nem me lembro .
Calor , abafado , fervência ,
Chega a confundir a consciência ,
Caídos entre pixels e teclados ,
Meus anjos estão dormindo e calados .
Sofri quando perdi tudo ,
Assimilo , que fiz o máximo por mim .
Já não há espada e escudo .
Quando a guerra é sem fim ,
Tudo pode machucar ,
Ao brilho do dia , houve ofuscar .
Inventei que existe resultado diferente ,
Quando faço a mesma atividade ,
Tenho fé , estou contente ,
Irá melhorar minha vivacidade .
Entre rimas e versos ,
Existe uma magia ,
Que torna os males dispersos ,
E aos poucos a todos contagia .
Já fui a muito lugar buscando ajuda ,
Mas se eu não mudar , o mundo não muda .
As vezes faço o que não quero ,
E muita recompensa disto espero .
O poder superior ,
É generoso comigo ,
Mora no interior ,
É meu melhor amigo .
A este ser , dedico meu melhor cântico ,
Divagações de um transeunte romântico " .
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