Contrariando a maré ,
Até quando funcionar e eu souber ,
Que meu teto de sapé ,
Até quando no aguentar couber ,
E eu consiga viver mesmo sabendo que estou fraco ,
E vivendo uma vida simples e da burguesia tendo asco .
Indo no lado contrario dos trilhos ,
Todos os momentos são estribilhos ,
Que fazem de um momento especial ,
Ser o instante em que me desligo e saio no espacial ,
Vivendo preso ao chão , sem habilidade gravitacional .
Andando do lado contrario aos ventos ,
Pouco são os momentos contentos ,
Tentando pelo menos me equilibrar ,
Me sentir adequado ao bem estar ,
Sei que tudo depende de mim ,
Que seja assim sendo feliz o fim .
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