Uma tarde de outubro ,
Uma ar gosto de rubro ,
Faz eu pensar no passado ,
Que torna meu coração amassado ,
Me fazendo um novo relacionamento temer ,
Parece que o sentimento quer me engolir e me comer .
Mas devo aceitar e me render ,
Que do outro é natural depender ,
Se me assediam tão pouco irei me ofender ,
Devo naturalmente esperar acontecer e ceder ,
É uma inocência que minimiza o ódio ,
É o costume de estar sempre no fim do pódio .
De sabedoria me alimento ,
De saber me dá contentamento ,
De carinho e afeto me cubro ,
Em uma tarde de outubro .
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