Fui parar aqui não sei como ,
Um pouco de ar eu retomo ,
E começa a suar as mãos ,
E coçam de meus pés os vãos ,
Um calor agride minha camada ,
E do jeito que fazia minha amada ,
Entro em uma estranha condição ,
Em que prevalece a emoção .
Sinto uma coceira nas costas ,
Um mal - estar nos peitos em amostras ,
Uma dor nos pés de tanto andar ,
E ouço uma voz me mandar :
" Vá me esqueça e siga em frente ,
O amor vem esteja crente ,
Olhe ao redor , quantos há a tua volta ,
Veja , olhe , sinta , recorde e anota ,
Pois talvez nunca voltaremos ,
Mas nada impede que de longe nos amemos . . . ,
Confesso á noite eu te clamo ,
Pra ser sincera ainda te amo . "
Vou olhando fora de meu refúgio ,
O céu se move de modo ágil ,
Rapidamente o dia vai e anoitece ,
E um estranha sensação que meu ser deconhece ,
Uma situação de estar a sua mercê ,
É dificil controlar minha vontade de você .
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