quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Uma rogação de um intelectual .

No intervalo de tempo ,
Entre fingir estar acreditando ,
Se instala um contratempo ,
De estar a verdade mascarando ,
E no poço de falsidades me atiro ,
Estando a servir o prazer de estar mentindo .

Estou tentando reparar este dano ,
O coração das pessoas tocando ,
E deixando tudo acontecer , mesmo que seja insano ,
E meu próprio destino traçando ,
Sem o futuro temer ,
Sem pro mal dos outros torcer .

Tenho de ser verdadeiro ,
Pois na relatividade das horas ,
O meu fim é derradeiro . . .
"Meu deus pouco sei onde moras ,
Nem sei se no céu tu existes ,
Mas me rendo a sua vontade que subsistes " .

Esta é minha situação atual ,
Lembrando do valor cultural ,
Tendo ética e moral ,
Uma rogação de um intelectual .

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