terça-feira, 12 de outubro de 2010

Morte súbita .

A escuridão alaranjada ,
Meu coração dispara em rajada ,
A noite é traiçoeira e safada ,
Me levando á fantasias e delirios ,
Para as crianças aos olhos colirios ,
Mas para mim da verdade varios martirios .

Nada me ensinou o luar ,
A não ser amar ,
Um alguém que me ensinou a voar ,
Mas não a descer ,
E o destino outra trama foi tecer ,
E agora subordinado ao que acontecer .

É possivel saber a verdade ,
Sem fazer qualquer pergunta ?
É possivel ter saudade ,
Estando na esperteza astuta ?
É possivel parar de ter dúvida ?
Para a morte estou na consciência súbita .

Rogando á um deus ,
Pensando naquele que me habita ,
Desejando bem aos meus ,
Que vele pela minha morte súbita .

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