Como aquela série romântica,
Que não sai da minha cabeça,
Trazendo aquela semântica,
De que o amor é real e do contrário não há nada que me convença.
Luzes me deixam tonto,
Uma história longa sem ponto,
Um beijo na chuva,
Um sabor de uva,
Na memória e no lábio,
O amor venceu e de nada vale ser sábio.
Sinto algo no estômago,
Talvez seja as tais borboletas,
A poesia é lírica no âmago,
Sonhos em noites escuras e pretas.
Penso,
E repenso,
Prefiro estar com quem gosto,
Do que mentir para o senso pessoal,
O céu marrom e cinza fosco,
É testemunha deste sentimento anormal.
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