Desde a gênese,
Sempre há uma sexta-feira treze,
Desde o pecado original,
Sempre há este dia infernal,
Um instante que está quase no final,
Um dia peculiar afinal,
Onde há o sinal,
Geralmente associado ao mal.
Dia do azar,
Número do azar,
Com muitas histórias para contar,
Com muitas situações de desapontar.
Quase no outono,
O frio dá sono,
Mas neste dia,
Nesta data,
Mesmo com tanta sabedoria,
Torna a paciência farta.
Para o julgamento final, neste dia treine,
Finalzinho da sexta-feira treze.
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