terça-feira, 17 de março de 2026

Ainda a amo, meu ato confessional

Lembrei daquela música antiga, 
Que falava sobre amor, 
Nunca consegui ter fêmea amiga,
Mas tentar, não trás dor. 
Nossas brincadeiras, 
Nosso suor misturado, 
Parecem cem mil vidas inteiras, 
De um tempo infantil amado. 
O gosto do algodão-doce,
Era tao bom, 
E mesmo que não fosse, 
Sua voz tinha um belo som. 
Vejo mil sóis se pondo, 
E relembro de vez em quando, 
O sinal da velha escola, 
Apenas uma recordação do agora.
Naquela vegetação, 
Nós juntos era ideal, 
Unidos em um só coração, 
Ainda a amo, meu ato confessional.

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