domingo, 1 de junho de 2014

Refletindo no mais alto monte de imensidão


Tentando fazer voltar , 
O vento vem me escoltar , 
Tento parecer natural , 
Escrevendo o cultural , 
Derrubar do preconceito o mural , 
Apenas fibra moral , 
Vou distante nos momentos silvestres ,
Fugindo das doenças e suas pestes ,
E encontro um sentido ,
Um reservar contido ,
Uma luz ao fim da caverna ,
Um sociedade que dorme e hiberna ,
E eu estou acordado ,
Do peito ao esquerdo lado ,
Procurando uma solução ,
Para tão pouco necessitar de proteção ,
O trem do amor é minha condução ,
E tenho sentimentos em minha contenção ,
Levo marcas e cicatrizes ,
De antigas namoradas atrizes ,
Corrigindo defeitos ,
De meus conceitos ,
Observando os erros ,
Procurando consertos ,
Tentando as feridas dar encerros ,
Do cardio os concertos ,
Uma parte de mim ainda te quer e muito ,
Te olha todo dia e te deseja a cada minuto ,   
Hoje sou apenas mais um na multidão ,
Me distanciando de toda e qualquer escuridão ,
Em meio a torpe e perseguidora solidão ,
Refletindo no mais alto monte de imensidão . 

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