Muitas solidões ,
Talvez mil anos ,
Muitas sensações ,
Em tempos insanos .
O relógio está a frente ,
Andando ligeiramente ,
Tentei encontrar o caminho ,
E acabei sozinho ,
Em muitos sentidos ,
Do futuro a tempos antigos ,
Segredos mantidos ,
Em busca de iguais e amigos .
Um verso me consola ,
Rimas como esmola ,
O repente cola ,
Como fumar ,
Ou jogar bola ,
O segredo é acostumar .
Hoje o dia foi quente ,
De embaçar a lente ,
Sem poder ver alguém ,
E imaginar o mundo diferente ,
Sou nada , sou ninguém ,
Escrevendo cartas sem remetente .
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