Como um garoto ,
Perdido na multidão ,
Como um urbano boto ,
Seduzido e seduzindo na imensidão .
Vejo cartazes ,
Críticas mordazes ,
Ora discordando ,
Querendo admitir seus falsos deuses ,
Ora concordando ,
Pensativo e reflexivo ás vezes .
Formado no gingado ,
Mal amado ,
Sem forças para expressar ,
Sem motivos para impressionar .
Na pequenez de menino ,
Na dúvida de adulto ,
Um velho como um el niño ,
Adorado quando morto , sem qualquer insulto .
Era um garoto , que como eu , amava escrever ,
Um dia , a poesia veio ver ,
E viu que era para ele , esta arte ,
Voltou o caminho , juntou-se cada parte ,
E entendeu seu propósito ,
Viver seu rimar sórdido .
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