No calor de uma tarde intensa ,
Minha mente calcula danos ,
É latente a auto-ofensa ,
Momentos estranhos e insanos .
Pude sentir a brisa me envolver ,
Fazendo-me cego , sem poder ver .
Toda tensão ,
No coração ,
A final pretensão ,
Da auto-erradicação .
Há tempos cultivando o amor ,
Há tempos querendo ser do bem ,
Mas ela não quer meu calor ,
E acho que não existe outro alguém .
A solidão me ensinou muito ,
Cada instante , cada minuto ,
Pensei em me despedir ,
Mas o fracasso veio repetir ,
E pedi para voltar ,
Deixar de me revoltar ,
Colocar-me em meu lugar ,
Escrever e plugar .
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