A garoa de outono ,
Tira meu sono ,
Transforma em saudade ,
O que antes insanidade .
O vento da madrugada ,
A falta da amada ,
Em uma expressa camada ,
Criada em meu torno ,
A fogareira alada ,
O peito , jaz , como forno .
O maior pecado ,
É estar distante ,
Está comunicado ,
Este evento constante .
Enquanto amantes ,
Amorosos pensantes ,
Digo que te amo ,
Mais do que o nome ,
Da qual me chamo ,
Que só me consome .
Destino ,
Não me desaponta ,
Sou menino ,
Em amores que a vida conta .
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