A descriminação da realidade ,
Diz - se comum , e sem qualidade .
Desapercebida e ridicularizada ,
Uma fraca percepção , desconjuntada .
Tida como fútil ,
Elemento inútil ,
E menos interessante do que o prazer ,
Isto foi o que ouvi dizer .
Há de sofrer a fúria da justiça ,
Pois a felicidade , está em duas questões mestiças .
Como uma tempestade ,
Que precisa do calor e do frio ,
Que em gotejos invade ,
Suprimindo a secura da terra e seu vazio .
Assim , é preciso bem e mal ,
Um em cada ouvido ,
Para tornar formal ,
O livre - arbítrio consumido ,
Destilado em álcool e água ,
Para que haja sintonia ,
Entre alegria e mágoa ,
Em uma eterna distonia ,
Para que haja paz ,
Em torno da sabedoria ,
Da mente fortificada e capaz ,
De discernir cada dia ,
Sobre o que pensa e faz .
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