No vento do entardecer ,
Os pés , continuam a envelhecer ,
O caminho com seus obstáculos ,
Problemas e seus múltiplos tentáculos .
O som da selva de concreto ,
O sabor da tarde em ritmo indireto ,
O barulho do ocupantes ,
A noite aproxima nos horizontes .
A ventania da tarde ,
O lábio arde ,
O calor de dias passados ,
Os minutos se atropelam ,
Em si mesmo ultrapassados ,
As nuvens se ajudam e se velam ,
Em suas alturas inalcançáveis ,
Em seus metros e distâncias inviáveis .
A ventarola do escurecer ,
Com os ventos cinzas envelhecer ,
Não há limite para os mistérios ,
Entre céus e terras , sempre sérios .
Percebo o som de costume ,
Se samplearam por completo ,
Não permaneci imune ,
De sons repleto :
" Com ela ,
Vi manhãs ,
Tão belas ,
Mentes sãs .
O vento ,
Lento ,
Sobre a brisa ,
Desliza ,
Avisa ,
Realiza . . . "
" Como compreenderes ,
Como pode verdes ,
Longe de ganância e poderes ,
Bonitos entardeceres " .
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