Aquele passeio ,
Em minha memória ,
Vagou e interveio ,
Lembrança de glória ,
Para alguém como eu ,
Que num dia nasceu ,
No outro escreveu ,
E o pensamento ,
Amanheceu ,
Como o debandar do vento :
" Doces , beijos , o tempo voa ,
Momentos felizes , época boa .
Fragmentos e nuances ,
Retratos e lances ,
Você estava radiante ,
Digo mediante ,
O quanto a amo ,
E lhe declamo ,
Mil poesias ,
Da minha mente ,
Cortesias ,
Dos deuses dos repentes .
Agradeço por tudo ,
Por ser sortudo ,
Por a ter conhecido ,
Pela miséria ter vencido ,
E provado o gosto de seus lábios ,
Que é para poucos , e desafia os sábios .
Cada rima ,
Uma atenção expressa ,
Deus acima ,
Sem acelero ou pressa " .
Talvez isto não se repita ,
Por esta maldição maldita ,
De te ter apenas na mente ,
E nunca a ver , consequentemente .
Mas , acredite ,
É apenas um palpite :
" Nos sóis ,
Deste verão ,
Nós ,
E uma boa ação .
O criador , quer nos agraciar ,
Com uma vida , um amor , um lar ,
Estaremos juntos ,
Não faltará assuntos .
Confirmo em nota expressa ,
Do fundo da alma , a eterna promessa " .
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