Suas fotos , em meu dispositivo móvel ,
Me alegram quando longe do sinal .
És querida , como personagem de graphic novel ,
Um sentimento infinito e sem final .
O horizonte diz que te amo ,
Esqueço como me chamo ,
E só lembro que existe ,
Que esta verdade persiste .
Ás vezes , um incômodo no sono ,
Um espaço vago na cama ,
Não sei se mando recado ou telefono ,
Minha motivação ainda te ama .
O sol do meio dia , quente ,
A bateção cardia , de repente ,
Tudo gira em torno ,
Deste imenso transtorno ,
Uma impressão que nunca acabou ,
Que ainda há esperança ,
Nem toda a estrutura desabou ,
Faz sentido esta lembrança .
Marcas do mundo do sal ,
Mastigo mentalmente o mineral ,
Gosto dela ,
Que nada tem me dado ,
Este amor - cela ,
Tem me controlado ,
Já a procurei de lado a lado ,
Já há muito tenho sinalizado ,
Mas esta sensação , só tem me perturbado ,
Só sei que : sei amar , sem ser amado .
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