sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Eu nunca contei a alguém

Um encontro inesperado , 
Um evento considerado . 
O tempo parou , 
Quando meu olhar , 
Lhe encarou , 
Foi um imenso chacoalhar . 
Pensei em primeira instância , 
O que me fez sobreviver a infância , 
Acho que foi pra te ver , 
Um dia , sentimentalidades lhe escrever , 
E perceber que há momentos a considerar , 
E que de nada vale esperar , 
Apenas perceber o momento , 
E adquirir sentimento .
Existe algo mais , 
Do que existir , 
Para sempre ou jamais , 
Resistir :

" No meu coração , 
A marca , 
De uma oração , 
Em arca , 
Navegando sobre minhas sensações , 
Viajando em liberdades e lições . 
Por entre esta realidade estranha , 
Vaga flutuando minha entranha , 
Que some na névoa de sua imagem ,  
Por entre imaginação e viagem .  
Vejo a maré me levando , 
Para bem distante , 
Onde ondas estão namorando , 
Aos muitos e bastante . 
Os ventos e a ventania , 
Mandam sua cortesia , 
Flores deste mar interno , 
Revelando um sentimento fraterno , 
Que faz o sol parecer pequeno , 
Neste estranho lugarejo e terreno , 
Onde seu olhar brilha como jamais , 
Maior que minha imaginação , 
Brilhando intenso e demais " . . . 

" Triste por estar longe , mas feliz pois estas bem , 
Sobre aquele beijo , eu nunca contei a um alguém " .

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