Declarei a terceira guerra mundial , ,
Pois era o que eu achava que poderia acontecer ,
Por todo este sofrimento sensacional ,
O que estava acontecendo , nunca iria saber .
As pessoas não tinham respostas ,
Para toda esta balbúrdia ,
Com todas essas decadências compostas ,
Minha mente se tornara latifúndia .
Escravo de meus próprios consumos ,
Vivendo a base de fatos , explicações e resumos .
Tudo me atingia ,
De forma irracional ,
A escuridão agia ,
De modo funcional .
Sei que nada poderia fazer ,
Apenas aos céus , rogar e dizer :
" Quando toquei ,
Seus lábios pela última vez ,
Sempre pequei ,
Acho e achei , errado , toda vez .
Mas agora é diferente ,
Lido com o lado inconsciente ,
E sigo as verdades opcionais ,
Estejam ela certas ou erradas ,
Procuro viver bem cada vez mais ,
E estas questões estão encerradas .
Mas então , lembro daquelas cartas ,
Amores exagerados e de variações fartas .
Os seus " Eu te amo ! " ,
Os meus " como isso eu chamo ? " .
Eu confuso ,
Faltando um parafuso ,
Você paixão ,
Causando reflexão .
Haveria lugar no destino ,
Para nós dois juntos ?
Sei que ainda existe aquele menino ,
Que multiplicava assuntos .
Me ensinou , e ainda ensina ,
A amar de verdade ?
Continua aquela menina ,
Um poço de vaidade .
Talvez haja algo maior do que nós ,
Que nos protege , antes , agora e após .
Um lado da cama ,
Frio e sem cor ,
Meu ser reclama ,
Esperando suas cartas de amor " .
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