Metrópole , movimentada e doente ,
Povo tenso e descontente .
A poluição e a tecnologia ,
Eliminaram a doçura e a magia .
A natureza sem espaço ,
Beleza de pedaço em pedaço .
Jamais aquela beleza integral ,
Rezo a Deus , que me livre do mal .
O vento sujo e poluído ,
Defeitos em formato exagerado e descabido .
Reclamar talvez não adiante ,
Mas sou surpreendido ,
Pelo senso crítico constante ,
E pouco moderado ou comedido .
Já se foi o meio ambiente ,
Deram lugares a longos edifícios ,
Que excluem a comunidade carente ,
E fazem dos eco - sistemas desperdícios .
Vejo carros , poluição sonora ,
A fauna e a flora sendo mandada embora .
Os dados não mentem ,
As estatísticas consentem ,
E dizem sobre o que acontece ,
Este dia limpo na mente ,
Que na realidade não amanhece ,
E torna a humanidade descontente :
" Sujeira , porcaria ,
Poluição em demasia .
A constituição embolora ,
Enquanto a mãe - terra chora .
A brisa da manhã ,
Já não é tão bonita .
De um reforma sou fã ,
Que a verdade seja dita .
Leis ás vezes ferem ,
Mas a liberdade na disciplina transferem .
Dias na comunidade caótica ,
Dias finais , segundo minha ótica ,
Uma tortura claustrofóbica ,
Viver ou morrer , pela cidade tóxica " .
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