O medo de amar ,
Da decepção ,
Do difamar ,
Da nula opção ,
Depender ,
Corresponder ,
Do repreender ,
Do incompreender :
" Neste sol quente de junho ,
Sofro de dor no punho ,
De tanto escrever ,
De tanto prever .
Mostrar o que sinto ,
Inesgotável em meu vinho tinto .
Minhas memórias do amor ,
Sempre foram de dor .
Mesmo com tanta reza e clamor ,
O objetivo é sempre pudor .
Relacionamentos que não deram certo ,
Esta vida acidental , com propósito incerto .
Levei tempo para me recompor ,
Mas meu coração está a decompor ,
Quebrado em vários fragmentos ,
Demonstrando quão dificeis foram os momentos .
Tenho receio do afeto ,
Do contato direto ,
Da solução para meus problemas ,
Tenho medo até . . . do ' nada temas !' .
Convivendo com a insegurança ,
Todo instante , todo dia ,
Sem qualquer forma de esperança ,
Ataca a fraqueza cardia .
Temores que tenho , e pouco sabia ,
Pontos fracos que pouco conhecia ,
Convivendo com Agapefobia " .
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