O que quero ,
Nunca é o verdadeiro gosto ,
O que espero ,
É de parar de te querer em outro rosto ,
As tardes pensando ,
O descansando recompensando ,
O vento chamado garoa ,
O asfalto que seu som entoa ,
Pessoas para lá ,
Pessoas para cá ,
Prédios engolindo pequenas moradias ,
O nuance do cotidiano e de todos os dias ,
Estou sabendo que essa realidade me serve ,
Espero que quando for embora eu e ela se conserve ,
Acredito em tudo que diz em literaturas ,
E já ouvi falar de muitas culturas ,
E agora só me resta uma rima a mais ,
Exagerando , em demasia e desejando demais ,
Nunca vi nada parecido comigo ,
Talvez por isso eu crie bastante ,
Esperando da infância qualquer amigo ,
Aparecer pra conversar de tão distante .
Uma caricia ou um carinho que zela ,
Nesta tarde vazia esperando ela .
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