segunda-feira, 7 de março de 2011

morada dos bem - aventurados

Olho pela janela da alma ,
Uma brisa leve me acalma ,
Parece que estou melhor do alguns dias átras ,
Mas penso logo nestes pensamentos que o vento trás ,
Eu pareço estar vazio ,
Captando a razão do frio ,
É estranho ser eu ,
È mais fácil ter o que é meu ,
É tão profundo que nem sei se é mesmo original ,
Me sinto confuso desde que deixei de ser divinal ,
Por uma qualquer curiosidade ,
Pensando acabar com esta ansiedade ,
Agora estou em um abismo profundo ,
Me tornando um emotivo oriundo ,
Tenho de admitir que perdi ,
Tenho de admitir que me perdi ,
Não sei mais o caminho de casa ,
E tentar encontrar saída apenas me defasa ,
Sou um aventureiro em terras estranhas ,
Com estilos , jeitos , trejeitos e manhas ,
O luar me seduz ,
A sentir me induz ,
É algo como sentir dependendo de algo ,
Mas logo me seduzindo me coloca com membros atados ,
Uma eternidade sofrendo por um afago ,
Um anjo perdido procurando a morada dos bem - aventurados .

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