Condicionado á sela de concreto ,
Sem saber dicernir o errado do certo ,
Vou seguindo na inocência de uma criança ,
Pesando o bem e o mal na balança ,
Aprendendo a diferenciar os valores ,
A enorme diferença de canduras e pudores ,
Sei que meu passado me condena ,
Mas continuo seguindo fazendo valer a pena ,
Mesmo me sentindo as vezes fraco ,
Consigo suportar o astral opaco ,
Vivendo pensando pra onde irei ,
Em choros sem resposta eu chorarei ,
Tentando descobrir a origem ,
Perdido em ilusão e miragem ,
E mesmo que eu seja dominado por meus pecados ,
Ainda antes vários lacrimejares no tosto foram secados ,
Sem saber direito fazer o que sinto vontade ,
Me ajoelho perante a solar majestade ,
E sem substimar a mim mesmo , meu pior inimigo ,
Em frente de cabeça erguida eu prossigo .
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