O sabor do vento frio,
Sob este inverno de dois mil e vinte e seis,
Como entrar em contato com o gelo vazio,
Pareço viver para contar cada mês.
Emprestei minha voz ao vento,
E ela voltou cada vez mais alta e forte,
Com certos protestos e lamentos,
Com uma altivez de grande porte.
Minhas pegadas ainda tem marcas,
Minhas percepções ainda são falsas,
Alguns de meus deslizes,
Com meus atos passados ainda colidem,
Com um pouco de cada um dos países,
Minha alma meus antepassados incidem.
Posso ir aonde nenhum homem foi,
Posso ir ao espaço e aos extraterrestres dizer oi,
Mas nunca terei de volta,
Aquilo que é combustível para mim,
Sobra revolta,
Uma certa atração pelo fim.
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