Um mar morto ,
Na beira do caminho ,
Em sua queda absorto ,
Visões de um olhar sozinho .
A vegetação ,
Transpira poluição ,
Mudadas geneticamente ,
Controladas por nobres mentes .
O firmamento ,
Retrato do descaso ,
Antes a inspiração alimento ,
Agora retrógado atraso .
Os animais domésticos ,
Fazem seus empréstimos ,
Os recursos são todos dos seres humanos ,
Escravos de uma ordem estabelecida no cotidiano .
O estudo ,
Nada convencional ,
Profundo ,
Erro tradicional .
Uma vitalidade transformada ,
De canto a canto , de camada em camada ,
Quero ver aquele horizonte límpido ,
Condicionado , ao planeta líquido .
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