O sopro do firmamento ,
Me expulsa do conforto ,
Falta sentimento ,
Neste mundo torto .
Creio na era do plástico ,
Acostumado a um mundo alifático .
Onde a distância , é mais importante ,
A arte retrata isso , em nível gritante .
Bate papo com o invisível ,
Pareço mais completo e invencível ,
Um universo , dentro de outro ,
A vida , encontro e desencontro .
Em uma mídia cornucópia ,
Deixo de ser padrão e cópia ,
E sigo o rumo anarquista ,
Deixo aos outros , o título elitista .
Tenho fé nas orações ,
Os anjos e suas criações ,
Tenho desejo pela ilusão ,
O costume , como alusão .
Experiências do litoral ,
Um desvio hormonal ,
Um sentimento desigual ,
Um aprender cultural ,
Chove e molha , é o sinal ,
Ventania e temporal .
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