Sábado de manhã ,
Construindo o amanhã ,
Em busca de mais recursos ,
Escrevendo e redigindo discursos .
Poder ,
Não espero ,
Perder ,
Não quero .
O relógio cria teias ,
Já vivi bastante .
A rima corre nas veias ,
Versificando constante .
O sol ajuda , a sair de casa ,
Resolver , evoluir ,
E gastar vida , o tempo não atrasa ,
Em repentes a me consumir .
Neste teatro divino ,
Exponho meus sonhos de menino ,
É só o que tenho ,
E nada mais ,
Um coração no ar desenho ,
Amo como jamais .
Sigo o horizonte ensolarado ,
Valorizo cada bateção do peito colorado .
Vivo do amor ,
Da verdade e do valor .
Tudo faz sentido agora ,
Me doando a toda hora .
Sou retrato do cotidiano implícito ,
Opiniões apenas , são de cunho explícito .
A mensagem compreendida ,
Por entre os neurônios escondida .
O valor real aprendido ,
O ideal subentendido .
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