Chove lá fora ,
Vontade de ir embora ,
Pensando no agora ,
A toda hora ,
Hoje foi um dia lotado ,
Em pessoas acabado ,
O céu do fim da chuva permanece ,
Cheio de tudo que minha sentimentalidade desconhece ,
Pra escrever meu ser aparece ,
E neste dia morno meu se desfaz e anoitece ,
Mas lembro dela ,
Sem saber onde está ela ,
Preso neste sentir cela ,
E nada este sentir cancela ,
Mas heis que surge você ,
Pra meus olhos um incrível buquê ,
Nada mais me faz renascer novamente ,
Um ser perdido ao abrigo do chover ,
Um ato inconsequente ,
De informação se incluir e mover ,
Em um movimento contínuo e linear ,
Promovo a rima de transcrever e menear .
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