segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O prontificado de um escritor falido

Discorrendo em uma dia estranho , 
Enfim não choveu neste céu noturno castanho , 
Nada mais me abala do que traição , 
Meu peito fica em contração , 
De estar sendo injustiçado tenho a impressão , 
E meu ser fica opaco e sem expressão , 
Meu ser sufocado e em compressão , 
Fugindo de toda e qualquer repressão , 
A luz do céu brilha como meu olhar , 
Um dia cansativo eu precisava me conectar , 
Avistar a tela brilhante e meus dedos chacoalhar , 
Mas quando preciso como agora o firmamento preservo o contactar :

" A calmaria me afasta da maldade , 
E estou longe de pecados e vaidade , 
Conservo a qualidade , 
E ao meu senhor peço piedade , 
Amo o fato de estar feliz , 
Vivo como as escrituras condiz ,
Me recordo de tudo que fiz ,
Mesmo de qualquer lugar banido ,
O prontificado de um escritor falido " .

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