Está embrulhado meu estômago,
Procurando uma resposta no âmago ,
Mas há apenas um leve delírio ,
Meus olhos vermelhos pedem um colírio ,
Minha cabeça pede descanso ,
Mas meu ser está calmo e manso ,
Ela sumiu , minha saudade não ,
Ainda acredito no poder do coração ,
E faço minha rima pensando nela ,
Para dormir deixo a transparente janela ,
Para tomar um banho lunar ,
E sinto o céu em seu brilho emanar ,
Gosto de fazer comida ,
E fumo sempre aonde vou na ida ,
E na volta também ,
Sempre em busca de alguém ,
Tentando encontrar um sentido existencial ,
Algo que some uma vitalidade exponencial ,
Vendo que é difícil ser alguém especial ,
Observando á noite o brilho das estrelas em solo espacial ,
O que me torna humano é meu errar ,
E o que me torna lembrança é minha vida encerrar ,
Mas tudo é medido pela etnia ,
Eu , meu verso e minha mania .
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