quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Escala richter dos sentimentos .

No fundo do profundo sentir desconexo ,
Um pequeno e estranho anexo ,
Dizendo eu ser um alguém de outra vida ,
Relutar sobre esta tese é implorar uma vida sofrida ,
Em um bilhete esta em recitamento ,
Abaixo da escala richter dos sentimentos .

Pode ser qualquer coisa que queira dizer ,
Ainda mais quando se está perdido no ser ,
No final sobrará muitas dúvidas ,
E também tristes músicas ,
È verdade , eu cheguei em um parlamento ,
Estou abaixo da escala richter dos sentimentos .

Estou em descrecência e em invalidamentos ,
Estou abaixo da escala richter dos sentimentos .

Um garoto do sentimento triste em história .

Sinto ser meus últimos momentos ,
Saudade de sonhos de coventos ,
Uma vida de sacrificio ,
De bom oficio ,
Na qual um dia um garoto por uma garota perdeu tudo ,
E até hoje sabe que a ama do coração no fundo ,

Seu sentimento se perdeu no significado da palavra amor ,
E tudo o mais que se diz sobre moral , ética e valor ,
Vivendo condicionado e subordinado a dor ,
Tudo por que ouviu do sentir apitar o sensor ,
E se rendeu , foi preso , trancado e julgado ,
Á viver solitario condenado e amaldiçoado ,

Já nem sabe quem é , perdeu a memoria ,
Um garoto do sentimento triste em história .

Sopranos .

Quando penso já ter escrito tudo ,
Me vem umanova emoção lá do fundo ,
Dizendo pra pouco desistir ,
Pegar as velhas asas e subir ,
Conhecer novos lugares e seres humanos ,
Ouço uma doce voz em tom de sopranos .

Os sinos do som da velha igreja me lembro ,
Com uma mochila e umas moedas me contento ,
Sinto que sou da humanidade mais membro ,
E fico mais forte , liberto e também atento ,
A conhecer novos lugares e seres humanos ,
Ouço uma doce voz em tom de sopranos .

Perdido no que sou . . .

Uma camada de nevoeiro denso ,
Um escurecer muito intenso ,
Trevas inundam ao meu redor ,
O tempo comigo é credor ,
A felicidade se dissipou ,
Perdido no que sou . . .

Um chuvisco em temporal ,
Sumiu da rua o parietal ,
Me sinto mais mortal ,
E o eliminante é total ,
O inimigo me encontrou ,
Perdido no que sou . . .

Preciso ser sincero ,
mesmo debilitado , esmero ,
Preciso ser pondero ,
E saber o que quero ,
Um leve vento me cutucou ,
Perdido no que sou . . .

Pra vida irei renascer .

Escolhi um modo de vida diferente ,
Ao que gosto inocente e referente ,
Procurando uma vida decente ,
A perfeição pertinente ,
Mas sou apenas um confesso ,
Por estranhas sensações possesso .

Termino falando apenas do intimo ,
Pois talvez suma esta dor no timo ,
Como um bêbe encasulado ,
Procuro um modo de acordar e nascer ,
Em dormir e acordar oscilado ,
Um dia pra vida renascer .

De algum modo errei ,
Na hora errada surtei ,
Tentando ultrapassar a barreira do desconhecer ,
Talvez um dia eu pra vida irei renascer .

Dos céus o patrão .

Tenho de ser algo pra me sentir real ,
Uma ressaca em um dia matinal ,
Em que a cabeça parece latejar ,
E se quer tranquilo e sossegar ,
Em um local na solidão ,
E agradecer dos céus o patrão .

Observando o quanto tenho me desafiado ,
Com medo de soltar o linguajar afiado ,
Me mantenho calado e sereno ,
Com o pensamento ameno ,
E pratico a boa benção ,
E agradecer dos céus o patrão .

Um belo buquê de jardim .

Criado por música de astro de rock ' in roll ,
Tanto faz quem , por que e onde estou ,
Só quero curtir o dia como último ,
E me desligar do envaidecer íntimo ,
Procurando resposta em meu ser ,
Tentando com algo me envolver .

Ao som pesado e melódico ,
Sou um rei nórdico ,
Procurando um povo para guiar ,
A lúxuria está em a verdade guardar ,
E deixar a vida em mãos erradas ,
Quando a responsabilidade é a maior das armas .

Responsavel pelo meu destino ,
Tenho poder de escolha ,
Livre de qualquer desatino ,
O que plantou colha ,
E verá da natureza um motim ,
Um belo buquê de jardim .