Nunca tento derrubar ninguém,
Pois gosto de aplausos de pé,
Em algum instante me apaixonei por alguém,
E só restou esperança e fé.
Nunca liguei para o que iria acontecer,
Sempre fui de encontro a consequência,
Mas sei que sempre há um novo amanhecer,
E que em algum segundo renasce a consciência.
Em noites frias, costumo gemer,
Depois de tudo, não sei se terei outro alguém,
Apenas o que sei é que aquele perfume ainda me faz tremer,
E que ela é uma entre milhares de grupos de cem.
Quando fizemos aquela canção,
Sobre um ser angelical,
Balançou a pulsação,
Do começo ao final.
Tardes de canções,
Arrumada e divertida,
Buscando direções,
Perfumada e colorida.
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