Sob as flores de um outubro,
Sob a chuva que nunca me abandona,
O peito pulsa rubro,
Esperando ela que não telefona.
Aquele perfume ainda no olfato,
A amo...é fato,
Como a chuva encontra o mar,
Foi quando a vi, ouvindo o som do (a)mar.
Vejo o jardim doméstico,
Um aprender quase catequético,
A flor da primavera é o objetivo,
Uma atração que não há adjetivo.
Sob a ventania,
De outrora,
Uma soberania,
Um amor do tempo de agora.
Teu lábio me condena,
Amar é uma sentença,
Uma relação jamais será amena,
O mar, que de tanto amar, apenas pensa.
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