O relógio transpassa sua marca de contagem ,
Um instante , um segundo , uma viagem ,
As horas caminham em seu girar incompleto ,
De um tempo alternativo e incerto ,
Vejo o tic tac do ponteiro ,
O tempo inteiro ,
Contado histórias ,
Criando memórias ,
Fornecendo enredos ,
Entre o ódio e o medo ,
Contínuo e fora de padrão ,
Lutar nunca foi vão ,
Mas desistir é mais inteligente ,
A continuação soa mais consciente ,
Vejo as sombras e as luzes ,
Entre pregos e cruzes ,
Tudo caminha para um destino torto ,
Muitos tentaram fazer o bem ,
Mas como aquele da cruz , acabaram mortos ,
Mas ressuscitaram por ser alguém:
" Pode-se tentar ,
Contentar ,
Com um pequeno ensinamento ,
Além da terra e do vento ,
E provar de algo bom ,
Como um surdo sem som ,
Tendo o dedo apontado no rosto ,
O tempo é um monstro ,
Pronto para engolir ,
Espero a hora de poder ir ,
E seguir minha trajetória ,
Entre a história e a memória ,
Os terrores dão seus sustos ,
Nove horas e quatro minutos " .
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