O vento sopra ,
Faço uma manobra ,
Uma rota de um fugitivo ,
Amar...há mais de um motivo .
Sinto na pele ,
A estação fria ,
Que me expele ,
A uma visão vazia .
No tempo contínuo ,
No sofrimento assíduo ,
Na veia que para de bombar ,
Estátuas de antigas concepções ,
Vem a ruir e tombar ,
Em múltiplas direções .
O espaço parece estar soberano ,
Sobre este mundo estranho e insano ,
Complicações doem , no cotidiano ,
Cada dia mais , me rendo ao profano ,
Um velho conceito que havia abolido ,
Este sentimento foi por demais polido ,
Um sentimento nu e dependente ,
Em seu estado descontente ,
Se curva perante a situação ,
Na ação e reação ,
Sem caminho ao peito ,
De uma duvidosa intenção ,
Momento inoportuno e imperfeito ,
Desculpe , coração em manutenção .
Faço uma manobra ,
Uma rota de um fugitivo ,
Amar...há mais de um motivo .
Sinto na pele ,
A estação fria ,
Que me expele ,
A uma visão vazia .
No tempo contínuo ,
No sofrimento assíduo ,
Na veia que para de bombar ,
Estátuas de antigas concepções ,
Vem a ruir e tombar ,
Em múltiplas direções .
O espaço parece estar soberano ,
Sobre este mundo estranho e insano ,
Complicações doem , no cotidiano ,
Cada dia mais , me rendo ao profano ,
Um velho conceito que havia abolido ,
Este sentimento foi por demais polido ,
Um sentimento nu e dependente ,
Em seu estado descontente ,
Se curva perante a situação ,
Na ação e reação ,
Sem caminho ao peito ,
De uma duvidosa intenção ,
Momento inoportuno e imperfeito ,
Desculpe , coração em manutenção .
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