terça-feira, 3 de maio de 2016

Crônicas de outono

Vegetação no clima zero ,
Usar roupas tropicais desconsidero ,
Vivendo carente e fadigado ,
Extinguiu - se o fato de estar refrescado ,
Épocas frias chegaram ,
E todos os amores acabaram ,
Há quem uniu os laços no verão ,
Eu não fui uma dessas pessoas ,
Mas esperançosos no amor , sempre haverão ,
Que venha a fé de pessoas boas :

" Roupas frias ,
Praças vazias ,
Clima frio ,
Dentro vazio ,
Aquecedores ligados ,
Ares - condicionados desligados ,
O corpo é lento ,
Cansaço ao respirar ,
Buscando acalento ,
Procurando e a esperar ,
É tempo de refletir ,
Amar e sentir ,
Juntos somos mais quentinhos ,
Juntos encontramos mais caminhos ,
Todos podem , eu acredito ,
Entre o conhecimento e o afeto ,
Reflito , paro e medito ,
Escolho o segmento mais correto ,
Nem sempre é o que todos acham ,
Vontades alheias me despacham ,
Nunca fui o astro das mulheres ,
Mas aceito o titulo , se acaso vieres ,
Fica dificil até se mexer ,
A estação não ajuda muito a remexer ,
Mas a morte me convida a dançar ,
Mas este é um objetivo que tão logo não quero alcançar , 
Minhas lágrimas temente ,  
A solidão inconsciente ,
Destinado ao eterno sono ,
Vivendo crônicas de outono " . 







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