Uma tarde fria de fevereiro ,
Mochila nas costas ,
Um som agradável e maneiro ,
Alegrias expostas .
O céu passa ligeiro ,
Meu duende sorrateiro ,
Manda - me mensagens ,
Sobre realidades e miragens .
Viver longe dela ,
Uma agonia ,
Preso neste amor cela ,
Todo dia .
Inventando amores ,
Imaginando valores ,
Por uma relação imaginária ,
Por esta união binária .
Acreditar e existir ,
Sem ligar pra opinião alheia ,
No objetivo persistir ,
Na verdade que anseia .
Saudade do teu calor ,
Sou solitário e amador ,
Procurando um valor ,
Neste corpo planador .
Versos , rimas e refrões ,
Há tempos conquistando corações ,
Já fui muito longe , por tão pouco ,
A ode do rimador pobre e louco .
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