sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Estranha ciência

Sigo minha intuição ,
E pouco o que as outras pessoas dizem ,
Vivo na rendição ,
E meus fatos agora condizem ,
As vezes esqueço o que quero escrever ,
Mas digo que existe a realidade ,
Posso te apresentar , e só querer ver ,
Uma qualidade de mais vitalidade ,
Ouço tipos de músicas diferentes ,
E adoro pobres , loucos e doentes ,
Talvez eu seja um pouco assim ,
Um ser estranho até o meu fim ,
Gosto também de silêncio , paz e sossego ,
E também de carinho , afeto e achego ,
Já perdi muitos amigos pra negar uma amizade ,
E pra conseguir um amigo novo talvez seja tarde ,
Quem sabe um beijo me tire desta maldição ,
E me faça vivente de uma eterna emoção ,
Amo botar na escrita o que penso ,
E de meus textos já há um listar extenso ,
Confesso que só tenho o que quero quieto ,
Como em um dia caótico ,
O vento sopra lento , calmo e perto ,
Esqueço de meu itinerário metódico ,
Prefiro me perder em brincar o resto dos meus instantes ,
Do que ficar querendo acrescentar algo com livros massantes ,
Já fui descriminado pela minha personalidade ,
Mas sei que só o que fica tem validade ,
Continuarei seguindo e aprendendo na insistência ,
Com muita fé , amor , carinho , amigos e resistência ,
Um ser em meu caminho de eficiência ,
Um desorientado escritor e sua estranha ciência .






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